30 outubro, 2009

cócegas

Ontem eu percebi que certas coisas não tem preço. Me senti a garota mais feliz do mundo por ter ganhado um fusca verde. Achei ele tão lindo, tão pequeno e frágil - minha cara (tirando a parte do "lindo").
Meus pais se espantaram com o tamanho da minha felicidade. Eles diziam assim, "pensa melhor, depois você vê seus amigos com carros novos e você vai querer um também".
- Não pai. Eu quero um fusca.
E é verdade. Caramba! Por que gente grande nunca espera umas coisas dessas dos mais novos? Eles sempre acham que a gente prefere o melhor, o mais caro, o mais novo, mais mais mais.
Eu gosto do mais e do melhor sim. Mas esse conceito na minha cabeça é diferente.
Gosto do que me desperta emoções e coisas boas. Sabe quando você vê alguma coisa e aquilo te provoca coceguinhas no estômago? Pois é. Adoro isso.
Sentir as cócegas e nem ao menos saber porque elas existem. Acho que assim percebemos quão sensíveis podemos ser diante dos acontecimentos.


Um beijo.
ps: PAU NO CÚ DO CARNAVOTU :)

Um comentário:

  1. Que graça esse post Ná (olha a intimidade)!!
    Vou começar a comentar nos seus post, pode?
    hahhaha

    Não vejo a hora de vc me dar uma carona nesse fusca ;D


    beijoo

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Que seja doce.

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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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