17 outubro, 2009

o tempo apaga o efêmero e acaba com a dúvida

Sentei naquele banco e olhei. Olhei pro céu, olhei pros lados, olhei para o cachorro que estava passando, as nuvens se amontoando no céu, o vermelho se escondendo. Lembrei de algumas coisas, algumas histórias, alguns momentos. Lembrei deles, lembrei de mim, lembrei de nós. Os dias escorriam nos meus dedos e eu nem percebia. O tempo voava e eu nem conseguia alcançá-lo.
Hoje os dias são longos e impacientes. Algumas coisas esmagam o momento. Mesmo pedindo licença, querendo sair, não conseguem. Amontoam-se.
Mas penso, "quando não se tem amor, você ainda tem as estradas."
E acredito, acredito.

.
E amanhã tem sol.

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Que seja doce.

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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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