11 novembro, 2009

Acordei com o pé esquerdo enfiado numa jaca.

E meu estômago está mal ainda por cima.
Finalmente, amanhã e depois já faço os exames e me livro dessa rotina chata de ter que ir pra auto- escola.
As coisas deveriam ser mais fáceis né? Tipo durmir.
Durante um tempo você não fica sabendo dos desprazeres à sua volta, as coisas são adormecidas, guardadas numa caixinha. Se ninguém te acordar, você abre os olhos na hora que você estiver pronta pra abrir, exatamente no momento que você está preparada o suficiente pra retornar ao que você chama de vida, costumo chamar de batalha.
Acho sim. Porque até a felicidade é uma batalha. Batalhas são travadas muitas vezes sem saber ao certo suas consequências, sem saber o quanto difíceis podem ser, as desistências, os impedimentos, as barreiras, os inimigos. Mergulha-se de corpo inteiro numa água embassada e invisível, só no fim podemos enxergar o seu fundo límpido.
Na maioria das vezes nem sei o que eu falo. Nunca soube.
Hoje fui procurar emprego. Não, as coisas não são fáceis. Foi preciso entrar em contato com elas pra eu perceber.



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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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