01 novembro, 2009

palavras soltas, ao vento


Todas as palavras e não tenho nada para falar. O sol me encontra, o que há de vir torna-se poeira e confunde os meus olhos, mas não cega-os. Continuam a olhar, continuam a brilhar, mas por outras coisas agora, por outros ares, por outros lugares.
Na minha avenida, no meu carnaval, digo, as coisas estão ficando em paz, ligeiramente e cuidadosamente, em paz.

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Que seja doce.

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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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