07 novembro, 2009

rastros

Me sinto bem. Depois de ver você partir, nunca mais tinha conseguido escutar Adriana Calcanhotto. Hoje ouvi, me soprou diferente ao ouvido. A gente cantava as músicas dela sem reparar em nossa volta, a gente cantava também com os olhos sabendo do significado daquelas letras na "nossa história" e era lindo. Foi lindo. E hoje pela primeira vez sorri por lembrar disso. Não sei exatamente o que isso significa, mas gostei da serenidade do momento e gostei também de pensar em você não como ainda parte de mim, mas como uma parte que passou por mim. Disse adeus.
E sabe, o vento apaga os rastros.

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Que seja doce.

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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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