13 dezembro, 2009

Sabendo do depois, o coração pede calma.

As emoções parecem que foram picotadas e amontoadas tudo numa coisa só chamado 'desconhecido'.
E mergulho nesse estranho e confuso vácuo. Vácuo de soluções.
Sabe, eu queria conter o meu livre hábito de amar. Não sopre em mim borboletas no estômago.
Eu vou me perder junto com elas. Verás.

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Que seja doce.

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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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