02 novembro, 2010

Na bagunça.

Não sei se sabes ou desconfia
De todo amor e zelo que me foi mostrado
E que de pouco em pouco me foi abalado
O teu lugar em mim é intacto, irremovível
É estranho dizer, "as palavras traem o que a gente sente"
Os olhos mudam de direção, os caminhos se dispersam
sabes bem,
de pertinho ou de longinho,
juntinho, espremidinho
O jeito que só você sabe ter,
que só você sabe ser
Com uma flor, com um sonho
e junto com um coração.
que de mansinho só sabe dizer:
eu te vejo, eu te sinto.



* escrito em algum dia de algum ano
não faço idéia quando, achei jogado na bagunça que fui arrumar.

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Que seja doce.

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"Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."

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