10 agosto, 2011
"(…) essa paixão pelo mundo e pelo tempo. Essa visão escondida por detrás dos óculos. Essa taça fina e quase vazia. Sempre acontece algo que é de mim pra mim mesma. Não faz frio, nem calor, mas há uma sensação de aconhego que nem sei explicar. As coisas quando são vazias, assustam. Não dá pra ficar calado. São tantas vidas e tantas cores, tantas palavras escritas e ditas, tantos sons e movimentos. Uma nova descoberta daquela história que se julgava perdida. E uma certa paz que vem da solidão e dos livros. Um domingo chuvoso, triste, pessoas que se vão… tempo que escorre pelas mãos, mas também forte e inexplicável, eterno para aqueles que enchergam de olhos fechados."
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Que seja doce.
- Nathália Brunini
- "Você nunca se viu como – não sei como descreveria – como uma dessas pessoas que gostam de olhar a lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol. Deve saber de que tipos de pessoas estou falando. Talvez não saiba."
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