“Eu canto pra ver se espanto esse mal, mas só sei dizer um verso banal. Fala em você, canta você, é sempre igual. Sobrou desse nosso desencontro um conto de amor sem ponto final. Retrato sem cor, jogado aos meus pés e saudades fúteis, saudades frágeis, meros papéis. Não sei se você ainda é a mesma, ou se cortou os cabelos, rasgou o que é meu. Se ainda tem saudades e sofre como eu, ou tudo já passou, já tem um novo amor, já me esqueceu.”
Chico Buarque

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